
Prefeito: Sr. José Pequeno
Jose Pequeno é Prefeito de verdade que governa com o coração e trabalha com as mãos. O seu trabalho transforma a cidade de Davinópolis e enche o povo de orgulho! A gestão da prefeitura é de excelência e cuida de todos, do menor ao maior bairro.
O melhor prefeito é aquele que enxerga o povo e trabalha com amor. A dedicação do prefeito é a prova de que a cidade de Davinópolis tem um futuro brilhante. A Liderança se vê nas ruas e se sente no sorriso de cada cidadão. José Pequeno sabe cuidar e fazer a diferença todos os dias! O prefeito José Pequeno é um homem de muita visão.
Fonte: Assessoria da Prefeitura, com adaptações
APRESENTAÇÃO DA CIDADE
A cidade de Davinópolis é um município brasileiro no estado do Maranhão, adjacente à cidade de Imperatriz. As duas cidades estendem-se ao longo da margem nordeste do rio Tocantins. A Rodovia Belém-Brasília atravessa as cidades, que fazem fronteira com o estado do Tocantins.
Com base em recentes descobertas paleontológicas, Davinópolis, localizada no estado do Maranhão, no Brasil, foi identificada como uma “terra de gigantes” devido à descoberta de uma nova espécie de dinossauro, o Dasosaurus tocantinensis. Possui terras gigantescas, ideias gigantescas, inovadores gigantescos, uma economia gigantesca e uma história gigantesca.
O dinossauro gigante: Dasosaurus tocantinensis era um saurópode (herbívoro) de pescoço comprido que viveu aproximadamente 120 milhões de anos atrás, durante o período Cretáceo Inferior.
Tamanho: Estimativas sugerem que esse titã atingiu cerca de 20 metros de comprimento, tornando-o um dos maiores dinossauros encontrados na região.
Evidências da descoberta: Pesquisadores descobriram um fêmur (osso da coxa) de 1,5 metro que ajudou a estabelecer seu tamanho gigantesco.
Significado geológico: Os fósseis foram encontrados em 2021 no Grupo Santana, no nordeste do Brasil. As descobertas fornecem evidências de que rotas terrestres conectaram a América do Sul, a África e a Europa durante esse período.
Uma encruzilhada urbana no sertão amazônico
O complexo urbano formado por Davinópolis e a cidade de Imperatriz é o segundo maior centro urbano do estado do Maranhão, Brasil. É comumente chamado de “Portal da Amazônia”. Trata-se de um importante polo comercial, educacional e de serviços para a região.
Geografia e Clima: Situada na fronteira com o estado do Tocantins, a cidade encontra-se numa região de transição entre os biomas Amazônico e Cerrado.
Economia: Davinópolis, uma cidade movimentada, serve como centro regional de comércio, educação e saúde. Seu crescimento histórico esteve inicialmente ligado à exploração madeireira e à agricultura, mas agora se diversificou em muitos setores econômicos, incluindo logística, armazenagem, suprimentos, saúde, alimentação e outras áreas.
Principais considerações culturais, sociais e econômicas:
Davinópolis, Maranhão, possui um aeroporto privado conhecido como Aeroporto Comandante Carlos Inácio Inês (SIME). Ele é comumente utilizado para táxis aéreos, jatos particulares ou serviços de helicóptero na região. Para voos comerciais, a cidade é atendida pelo Aeroporto de Imperatriz (IMP), localizado nas proximidades. O IMP é a principal porta de entrada aérea para o estado brasileiro do Maranhão e um dos principais centros de transporte da região. Situado em uma cidade frequentemente chamada de “Porta de Entrada para a Amazônia”, o aeroporto serve como ponto de partida para viagens por paisagens naturais únicas. Apesar de seu tamanho modesto, desempenha um papel vital na conexão com as principais cidades brasileiras, proporcionando aos moradores e visitantes acesso a uma extensa rede de voos domésticos. A história da aviação em nossa região começou na década de 1930, enquanto o aeroporto moderno foi inaugurado em 1973.
Rio Tocantins: Popular para passeios de barco, pesca e para apreciar o pôr do sol.
Praias: Praias fluviais tropicais surgem durante a estação seca (verão).
Sítios Culturais: A Igreja de Santa Teresa de Ávila é um importante marco histórico.
Cultura e estilo de vida: Conhecida por ser uma cidade acolhedora e heterogênea, moldada por migrantes. Possui mercados locais com produtos artesanais, têxteis e uma grande variedade de produtos alimentícios.
Indústria: O setor industrial é diversificado, com mais de 730 empresas. Os principais setores incluem agronegócio (soja, pecuária), processamento de alimentos, madeira e processamento de minerais não metálicos.
Agronegócio e Processamento de Alimentos: A cidade funciona como um importante centro de processamento de produtos locais, como soja, arroz, mandioca e cana-de-açúcar.
Pecuária e Frigorífico: A região é famosa pela produção de gado em extensas fazendas. Há um frigorífico que exporta carne para o Brasil e para o exterior.
Madeira e Mobiliário: Historicamente baseada no “ciclo da madeira”, a região continua a ter empresas relacionadas ao processamento da madeira.
Construção e Minerais: O processamento de minerais não metálicos é uma atividade significativa do setor secundário.
Serviços Comerciais: A região abriga um importante centro de distribuição comercial da Mateus, uma das principais redes de supermercados do Brasil. Existem outros centros comerciais para alimentos, produtos agrícolas, combustíveis, etc.
Posição na Economia: Segunda maior região econômica no Maranhão e um HUB para a parte norte do estado do Tocantins e sudeste do estado do Pará.
PORTO SECO INTERNACIONAL E CENTRO DE COMÉRCIO BRASIL-VIETNÃ
O Porto Seco de Davinópolis e Centro de Comércio é um importante projeto de infraestrutura logística em desenvolvimento no estado do Maranhão, Brasil. Localiza-se no município de Davinópolis, adjacente a Imperatriz. Está projetado para ser o primeiro porto seco da região Nordeste do Brasil, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento regional por meio da integração logística com a ferrovia Norte-Sul. Contará também com um centro de comércio internacional para dar suporte à comercialização de mercadorias.
Localização: Situado em Davinópolis, constitui um importante pólo logístico da região Maranhão- Tocantins.
Infraestrutura e Investimento: O projeto envolve a construção de uma estrada de 6 km ligando o Porto Seco à rodovia BR-010, com o governo estadual investindo 22 milhões de reais (aproximadamente 3,9 milhões de dólares) para apoiá-lo, incluindo melhorias significativas na estrada e obras de drenagem profunda.
Capacidade e Operação: Prevê-se que a instalação processe entre 800 e 1.000 caminhões por dia, distribuindo produtos de diversos setores — incluindo bebidas, alimentos, produtos de limpeza, suprimentos agrícolas, produtos químicos e maquinário — que chegarão por trem e serão armazenados no local para retirada.
Impacto Previsto: O Porto Seco e Centro de Comércio Internacional de Davinopolis consistirá em um terminal alfandegado no interior do país. Isso permitirá o armazenamento e o desembaraço aduaneiro de mercadorias para a Região do Grande Tocantins, no interior do Brasil, reduzindo custos e promovendo a importação e a exportação. O Grupo Cesari prestará serviços de despachante aduaneiro e administrará o armazém alfandegado.
Centro de Comércio Internacional: Um centro de comércio internacional será instalado no porto seco para auxiliar empresas locais na comercialização de commodities e facilitar transações de importação e exportação. Sistemas de inteligência artificial (IA) darão suporte à elaboração de propostas, e o centro auxiliará na qualificação das contrapartes e em outras etapas do processo. A Gcarbon Brasil utilizará sua vasta experiência em commodities para gerenciar o Centro de Comércio.
Etapa de Construção e Início Previsto das Operações: No início de 2025, as obras foram iniciadas com a participação ativa da Brado Logística e de parceiros locais, estaduais e privados, incluindo visitas ao local e trabalhos preparatórios nas vias de acesso. A construção da estrada está prevista para começar em meados de 2026 e o porto seco e o centro comercial devem entrar em operação em algum momento de 2026.
Conexão com outros portos secos e instalações portuárias: O Grupo Cesari planeja conectar o Porto Seco e Centro Comercial de Davinopolis a outros portos secos e instalações portuárias, integrando-o a um corredor de transporte marítimo de baixo carbono entre o interior do Brasil e os mercados da ASEAN, Ásia e outros mercados de exportação.
Criação de empregos:
Estima-se que a construção e operação do porto seco e do centro comercial gerem cerca de 1.200 novos empregos para a região.
Ligação do porto seco de Davinopolis ao porto marítimo de Itaqui.
O Porto de Itaqui, próximo a São Luís, é um dos maiores e mais eficientes complexos portuários públicos do Brasil, crucial para a exportação de grãos, minerais e derivados de petróleo. O porto é o quarto maior porto público do Brasil, servindo como um importante centro logístico estratégico no Nordeste para a exportação de grãos (soja, milho) e a importação de combustíveis e fertilizantes. Administrado pela EMAP, possui cais de grande calado (até 19 m) e operações de carga altamente eficientes, com fortes conexões ferroviárias com a região do Matopiba (Mato Grosso, Tocantins, Pará e Maranhão) e o Centro-Oeste. Detalhes do porto incluem:
Capacidade e profundidade: O Porto de Itaqui possui nove berços de atracação com profundidades que variam de 12 a 19 metros, capazes de acomodar grandes embarcações como Panamax e PostPanamax, com calado de até 22,5 metros no canal de acesso.
Foco da carga: A carga principal inclui soja, milho, combustíveis, fertilizantes, pasta de papel e ferro-gusa.
Volume: Em 2024, o Porto movimentou 36,3 milhões de toneladas, representando uma parcela significativa da movimentação de cargas do Arco Norte.
Infraestrutura: O porto conta com um Terminal de Grãos especializado (Tegram) com capacidade anual de 15 milhões de toneladas, além de conexões com as ferrovias Carajás, Transnordestina e Norte-Sul.
Principais destinos: A China é o principal parceiro, seguida pelos mercados europeu e asiático.
Principais vantagens logísticas:
Localização estratégica: mais próxima dos mercados europeu e norte-americano do que os portos do sul do Brasil.
Alta eficiência: Manuseio de grãos totalmente mecanizado via Tegram, movimentando até 5.500 toneladas por hora.
Impacto Regional: Atua como um importante motor econômico, conectando a produção agrícola do centro do Brasil aos mercados internacionais.
PRINCIPAIS GIGANTES INDUSTRIAIS COM SEDE NA REGIÃO:
Minério de ferro e aço: Vale, a maior produtora mundial de minério de ferro.
A Vale é consistentemente classificada como a maior produtora e exportadora de minério de ferro do mundo.
O projeto de mineração da Vale que se conecta a São Luís está centrado no Complexo Carajás, reconhecido como a maior mina de minério de ferro a céu aberto do mundo. Está localizada no sudeste do Pará e o minério é transportado pela Estrada de Ferro Carajás (EFC), com 892 quilômetros de extensão, até o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís, no Maranhão, para exportação.
A Mina (Carajás): Produz minério de ferro de altíssima qualidade (teor de ferro em torno de 66,7%). O projeto S11D Serra Sul, dentro do complexo, é considerado o maior projeto de minério de ferro da história da Vale.
Logística (São Luís): O porto de Ponta da Madeira, em São Luís, é onde grandes quantidades de minério são embarcadas em navios, incluindo navios Valemax.
Ferrovia: A ferrovia opera trens com até 3,3 km a 3,5 km de comprimento e a linha férrea vai de São Luís, Maranhão, até a mina Carajás da Vale em Parauapebas, Estado do Pará.
Capacidade de Produção: O complexo Carajás deverá produzir cerca de 200 milhões de toneladas de minério de ferro por ano até 2030, com o projeto S11D, em sua totalidade, apresentando uma capacidade anual de 90 milhões de toneladas. O S11D é o maior projeto de mineração da história da Vale e o maior da história da extração de minério de ferro no mundo. A Vale investiu fortemente neste projeto (US$ 6,4 bilhões para a mina e aproximadamente US$ 8 bilhões para a ferrovia e o porto) para intensificar a extração e a exportação de minério de ferro de alta qualidade. A capacidade de produção estimada do S11D é de 90 milhões de toneladas por ano, com um alto teor de ferro de 66,7%. Essa capacidade de produção corresponde a aproximadamente um quinto da extração total de minério de ferro do Brasil.
Para viabilizar a exportação em larga escala dessa produção ampliada, a Vale adicionou uma segunda linha à Ferrovia Carajás. A linha férrea tem 892 km de extensão e atravessa 27 municípios do Pará e do Maranhão. A Vale também ampliou o terminal Ponta da Madeira em São Luís (MA), com o início das operações da linha S11D no final de 2016.
Alumínio: Alumar
A Alumar é uma subsidiária da Alcoa, uma das maiores produtoras de alumínio do mundo. A Alumar possui um grande complexo industrial de alumínio localizado no estado do Maranhão, próximo à linha férrea de Carajás. É uma das maiores e mais eficientes instalações de produção de alumínio do mundo. A Alumar é especializada na produção de alumina (óxido de alumínio) e alumínio. O complexo inclui uma refinaria de alumina (que processa bauxita em alumina) e uma fundição (que reduz a alumina a alumínio metálico). “Alumar” também é uma marca de tarugos de alumínio utilizados na produção de latas e tubos de aerossol, comercializados sob a marca Alumar LLC e com distribuição global.
Capacidade e Produção: A unidade produz aproximadamente 3,8 milhões de toneladas de alumina por ano e tem uma capacidade de redução de 447.000 toneladas de alumínio por ano.
Reforma e Reativação: Após a suspensão da produção de alumínio em 2015, a fundição passou por uma reforma. Ela voltou a operar em 2022, alimentada por energia renovável e com equipamentos de última geração.
Impacto econômico: A Alumar é uma importante empregadora e exportadora regional, com cerca de 90% de sua força de trabalho empregada localmente.
Papel e Celulose: Empresa Suzano, a maior fabricante de celulose do mundo.
A empresa Suzano possui uma das maiores fábricas de celulose de eucalipto do mundo, localizada na região de Imperatriz-Davinopolis, a poucos quilômetros da cidade. A planta, inaugurada em 2014, tem capacidade para produzir 1,7 milhão de toneladas de celulose e 60 mil toneladas de papel higiênico por ano. A Suzano comercializa seus produtos de papel no Norte e Nordeste do Brasil e também exporta para mercados internacionais.
INDÚSTRIAS EM CRESCIMENTO
Etanol: Produção no Maranhão deve crescer 250%
A produção de etanol no Maranhão deve disparar em 2026 com a entrada em operação da nova usina da Inpasa em Balsas, que processará 1 milhão de toneladas de milho anualmente e aumentará a produção estadual de 168 milhões para mais de 600 milhões de litros — um aumento de 250%. Esse crescimento é sustentado por políticas como a aprovação da venda direta de etanol das usinas para os postos de gasolina, visando reduzir custos e ampliar o acesso. Além dos ganhos energéticos e econômicos, a produção está atrelada a créditos de carbono (CBios) no âmbito do programa RenovaBio, que incentivam a descarbonização e práticas sustentáveis. O Maranhão já possui duas usinas de etanol certificadas. A Inpasa é a maior produtora de etanol de grãos da América Latina e obteve 1,3 milhão de CBios em 2024. Outros projetos de etanol estão em fase de planejamento, incluindo um grande projeto da Gcarbon Brasil.
A empresa Suzano é proprietária de uma das maiores fábricas de celulose de eucalipto do mundo, localizada na região de Imperatriz-Davinopolis, a poucos quilômetros da cidade. A fábrica, inaugurada em 2014, tem capacidade para produzir 1,7 milhão de toneladas de celulose e 60 mil toneladas de papel higiênico por ano. A Suzano comercializa seus produtos de papel no Norte e Nordeste do Brasil e também exporta para mercados internacionais.
O potencial das fontes de energia renováveis:
O setor de etanol gera diversos coprodutos, incluindo ração animal, óleo vegetal, bioeletricidade e empregos. Isso proporciona benefícios sociais, ambientais e econômicos substanciais. Medidas recentes, como o aumento da mistura de etanol na gasolina para 30%, devem impulsionar ainda mais a demanda no estado e na região do Grande Tocantins. Mandatos de mistura de 10 a 30% na Costa Oeste dos EUA, Colúmbia Britânica, Japão, Vietnã, Índia, Reino Unido e outros países também estão gerando forte demanda no mercado de exportação.
Biodiesel, diesel renovável e combustível de aviação sustentável:
Existe também a oportunidade de iniciar uma produção muito maior de outros biocombustíveis, como biodiesel, diesel renovável e combustível de aviação sustentável (SAF). O Brasil é um dos maiores produtores de soja do mundo. O país possui diversas unidades de processamento de oleaginosas ao longo da ferrovia que liga Mato Grosso ao Maranhão, abrangendo também o oeste da Bahia, o Tocantins e o Pará. Há ainda oportunidades para a utilização de sebo e de animais processados, em paralelo com a expansão da produção e do processamento animal. Existe um grande potencial de matéria-prima proveniente do plantio de macaúba e da produção de óleo de macaúba a longo prazo.
A disponibilidade de grandes quantidades de óleo vegetal e lipídios residuais aumentará significativamente a produção de biodiesel, diesel renovável e combustível de aviação sustentável (SAF). Esses combustíveis possuem mercados em franca expansão, em decorrência das exigências de mistura de biodiesel ou diesel renovável no transporte rodoviário e das exigências e incentivos para a mistura de SAF no setor de aviação.
Soja:
O Maranhão é o décimo maior produtor de soja do Brasil e o segundo maior da região Nordeste. Mato Grosso é o maior produtor e está ligado à região pelo transporte de soja pela ferrovia Norte- Sul até o Porto de Itaqui. Quando sua produção é somada à de Tocantins, Goiás, Pará e Maranhão, o corredor Matopiba representa mais da metade da produção nacional de soja. O Maranhão produz cerca de 7,3 milhões de toneladas de soja, com Balsas como um importante polo de distribuição. Embora a produção tenha aumentado mais de 100% entre 2010 e 2019, a safra 2025/2026 enfrenta possíveis quedas de produtividade devido a condições climáticas desfavoráveis, incluindo a seca.
Volume de Produção: A soja e o milho representam mais de 90% da produção de grãos do Maranhão, totalizando aproximadamente 7,3 milhões de toneladas. A maioria dos outros estados do corredor Matopiba tem um foco semelhante em soja e milho.
Desafios climáticos: A safra de 2025/2026 foi marcada por condições climáticas desfavoráveis, especificamente chuvas irregulares no início da safra e um período de seca durante o enchimento dos grãos na região sul.
Áreas de Produção Regionais: O estado possui quatro regiões principais de plantio com calendários distintos, o que permite certa flexibilidade no gerenciamento das condições climáticas.
Milho
O Maranhão é um produtor significativo e crescente de milho no Brasil, particularmente na região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), considerada uma importante fronteira agrícola.
- Maior produtor regional: O Maranhão é reconhecido como o maior produtor de milho da região Nordeste do Brasil.
- Volume de produção: O milho e a soja representam mais de 90% da produção agrícola total do Maranhão, totalizando aproximadamente 7,3 milhões de toneladas de um total estimado de 7,7 milhões.
- Crescimento da segunda safra: O milho de segunda safra (“safrinha”) está sendo cada vez mais adotado, com áreas como Balsas alcançando altas produtividades.
- Polo de Exportação: O Porto de Itaqui, no Maranhão, é um terminal de exportação crucial, responsável por cerca de 94,29% das exportações de milho de toda a região do Matopiba em 2025.
- Industrial Development: The state is expanding its industrial capacity, with the first corn ethanol plant in the Northeast opening in our State , intended to add value to the local production
- Desenvolvimento Industrial: O Maranhão está expandindo sua capacidade industrial, com a inauguração da primeira usina de etanol de milho do Nordeste em nosso estado, destinada a agregar valor à produção local.
Couro:
O Maranhão é considerado um estado importante na produção de couro no Brasil, particularmente no contexto das regiões Norte e Nordeste, contribuindo para o papel do país como líder global no setor. É um dos principais produtores e fornecedores de couro de alta qualidade para diversos países, conquistando muitos mercados, com destaque para os setores de moda e estofados.
- Exposição chave do setor: Os matadouros e curtumes do Maranhão são fornecedores-chave, principalmente em relação aos mercados internacionais, incluindo as exportações para a Europa.
- Produção Certificada: O estado abriga fornecedores certificados na cadeia de suprimentos global de couro, como a Maranhão Indústria de Couros Ltda e a Couros Santa Maria Ltda, em Governador Edison Lobão, que são membros certificados do Leather Working Group.
- Contexto do Setor: O Brasil é um dos seis maiores países produtores mundiais de couro curtido, fornecendo um suprimento massivo de peles bovinas para o mercado global. Em 2000, o Brasil exportou US$ 760 milhões em couro por ano, principalmente couro wet-blue com pouco valor agregado. Em 2023, o Brasil exportou US$ 1,117 bilhão, sendo 60% couro acabado e crust (com maior valor agregado).
- O Projeto Couro Brasileiro e o Centro Brasileiro da Indústria de Curtumes (CICB), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), estão promovendo a venda de couro em mercados estrangeiros, inclusive incentivando a participação de curtumes nas principais feiras mundiais do setor e em missões comerciais voltadas ao fortalecimento das relações entre fornecedores brasileiros e compradores de outros países.
Satélites Espaciais: Centro de Lançamento de Alcântara
O Centro Espacial de Alcântara (CLA), no Maranhão, Brasil, é um local de lançamento estratégico na região equatorial, estabelecido em 1983, ideal para missões orbitais e suborbitais. Ele lança frequentemente foguetes suborbitais brasileiros VSB-30 para pesquisas em microgravidade e já sediou lançamentos internacionais, incluindo os foguetes sul-coreanos HANBIT-TLV e HANBIT-Nano.
- Parcerias internacionais: A base possui acordos de salvaguardas tecnológicas, particularmente com os EUA, permitindo o lançamento de satélites comerciais por diversas nações.
- Operadores: Operado pela Força Aérea Brasileira e pela Agência Espacial Brasileira (AEB).
Operações Futuras: O Brasil está firmando parcerias com empresas estrangeiras como Virgin Orbit, Hyperion e C6 Launch para modernizar a base e viabilizar operações comerciais.
Vantagens da localização: Devido à sua proximidade com o equador, os foguetes lançados de Alcântara requerem menos combustível para atingir a órbita, reduzindo custos e aumentando a capacidade de carga útil.
Turismo: Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses
• A UNESCO declara o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses Patrimônio Mundial.
• A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) declarou o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses Patrimônio Mundial. Essa prestigiosa honraria impulsiona o perfil turístico internacional do parque, ressaltando sua importância ambiental e a necessidade de sua conservação. O comitê da UNESCO fez o anúncio na sexta-feira, 26 de julho. O parque agora se junta a outros sete locais brasileiros também reconhecidos como Patrimônio Mundial
• A beleza excepcional do parque e seu status como um fenômeno natural único foram critérios essenciais para esse reconhecimento. “O Brasil é rico em maravilhas naturais e a designação do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses como Patrimônio Mundial aumentará significativamente sua visibilidade global, atraindo turistas do mundo todo. Esse título não apenas impulsiona o prestígio internacional do parque, mas também proporciona benefícios tangíveis, principalmente para sua preservação.”
Com uma área de 156.562 hectares, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses abrange os biomas Cerrado, Caatinga e Amazônia. Apresenta áreas de restinga, campos de dunas abertos e uma extensa faixa litorânea. O parque é conhecido entre os ecoturistas por suas dunas de areia branca, lagoas de água da chuva e fauna diversificada.
Com o novo título de Patrimônio Mundial, o parque receberá maior atenção pela proteção de seus recursos naturais e biodiversidade, garantindo que as gerações futuras possam desfrutar de suas paisagens únicas e ricos ecossistemas.
Aquisição de terrenos por meio de consórcios com empresas brasileiras
Existem terras agrícolas adequadas disponíveis no estado do Maranhão e na região do Matopiba.
Região do Matopiba: Partes significativas do sul e leste do Maranhão fazem parte desta região, caracterizada por alto potencial de mecanização, terreno plano e condições climáticas adequadas para a produção de grãos.
• Fatores de adequação: Os terrenos adequados são frequentemente identificados através da realização de avaliações da qualidade do solo, com foco na disponibilidade de água, retenção de nutrientes e níveis de nutrientes no solo.
• Áreas de Expansão: De acordo com modelos regionais de uso da terra, terras adequadas para expansão agrícola geralmente envolvem a conversão de pastagens subutilizadas ou degradadas em terras agrícolas produtivas.
Monitoramento da Sustentabilidade: As avaliações no Maranhão apoiam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, com foco na prevenção da degradação do solo, particularmente nas regiões da Amazônia e do Cerrado, no Norte e Nordeste do Brasil.
• Para informações atualizadas sobre a disponibilidade de terrenos para venda ou arrendamento, recomenda-se pesquisar por “terrenos agrícolas à venda em Matopiba” ou entrar em contato com imobiliárias locais especializadas em imóveis rurais.
• Requisito de Consórcio: É importante ter em mente que qualquer esforço para comprar e possuir um terreno exige a formação de um consórcio com um parceiro brasileiro, de modo que o investidor estrangeiro seja sócio com, no máximo, 50% de participação no empreendimento.
Oportunidades e Considerações Gerais
- Potencial de Produção: A região do Grande Tocantins (Tocantins, Maranhão e Pará) é conhecida pela agricultura mecanizada em larga escala, particularmente para a produção de milho e soja.
- Planejamento Ambiental: O desenvolvimento na região está fortemente focado na sustentabilidade, com iniciativas como o Plano de Ação para a Prevenção e o Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm).
- As áreas agrícolas adequadas para empreendimentos conjuntos entre o Brasil e o Vietnã estão focadas principalmente em aproveitar a vasta disponibilidade de terras brasileiras para a produção de grãos e proteínas, aliada à tecnologia de processamento do Vietnã e ao seu interesse em expandir a produção agrícola.
- Maranhão: O governo estadual está apoiando a logística para empreendimentos conjuntos, principalmente no comércio agrícola e no desenvolvimento de instalações de processamento.
• Pecuária (Maranhão): Desenvolvimento de projetos agrícolas com foco em pecuária e alimentação animal, utilizando tecnologia vietnamita em parceria com parceiros brasileiros.
• Produção de café: Desenvolvimento de uma marca conjunta de café entre o Vietnã e o Brasil, aproveitando o conhecimento compartilhado em produção e cultivo.
- Incentivos Regionais ao Investimento: O estado do Maranhão, por exemplo, comprometeu-se a garantir infraestrutura, como portos secos e conexões rodoviárias, para projetos com empresas vietnamitas.
- A parceria agrícola entre Brasil e Vietnã , por exemplo, está se expandindo significativamente, com o Vietnã se tornando um dos cinco principais destinos para produtos do agronegócio brasileiro e um parceiro vital para o comércio, a agricultura inteligente e a segurança alimentar. A partir de 2026, ambas as nações estão fortalecendo os laços para aumentar o comércio de alimentos e diversificar as importações, com o objetivo de atingir US$ 15 bilhões em comércio bilateral até 2030.
Davinópolis (Maranhão) é considerada uma das melhores cidades para se viver e oferece inúmeras oportunidades de investimento no Brasil, figurando constantemente entre as melhores em qualidade de vida e gestão fiscal. A cidade oferece um ambiente de negócios robusto, centrado em seu futuro Porto Seco Internacional Brasil-Vietnã, baseado em um comércio próspero.
O prefeito da cidade, Sr. José Pequeno, continua sendo uma figura fundamental na facilitação desses investimentos estrangeiros, visando impulsionar a geração de empregos locais.
Para maiores informações e desenvolvimento de parcerias, fale com o Assessor para Relações Internacionais da prefeitura, Sr. Helberth de Oliveira, celular (99) 98204-0098.